O conflitante diálogo entre Nacionalidade, Direitos Humanos e Estado Soberano (Portuguese Edition) por Priscila Zilli Serraglio

Titulo del libro: O conflitante diálogo entre Nacionalidade, Direitos Humanos e Estado Soberano (Portuguese Edition)

Autor: Priscila Zilli Serraglio

Número de páginas: 91 páginas

Fecha de lanzamiento: October 17, 2017

Editor: Editora Deviant

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O conflitante diálogo entre Nacionalidade, Direitos Humanos e Estado Soberano (Portuguese Edition) por Priscila Zilli Serraglio

Priscila Zilli Serraglio con O conflitante diálogo entre Nacionalidade, Direitos Humanos e Estado Soberano (Portuguese Edition)

Se há um lugar peculiar para absorver cultura, história, uma diversidade de línguas interagindo nas ruas, este lugar é Lisboa, Portugal. Não desprezando tantos outros lugares belíssimos ao redor do globo, mas Lisboa é especial. Quem busca a Universidade “Clássica” de Lisboa via metrô, chega pela estação “Cidade Universitária”, ali – assim como por todas as estações de metrô de Lisboa – se depara com várias frases nas paredes. Uma delas, em particular, chama a atenção: “Não sou nem ateniense, nem grego, mas sim um cidadão do mundo”, Sócrates.
Quem lê a frase busca uma identificação com a elocução de Sócrates. Em que pese a distância temporal e de acepção da frase de Sócrates com a contemporaneidade dos andarilhos que passam pelo metrô de Lisboa, a ideia, o sentido-sentimento de pertença do ser humano ao mundo que o rodeia, vem passando por uma série de nuances, muito além de turismo e reciprocidades culturais.
O “conflitante diálogo entre nacionalidade, direitos humanos, e Estado soberano” proposto pela autora, põem na pauta das deliberações da sociedade internacional, elementos peculiares para o imaginário de uma comunidade internacional. Quer dizer, como condição elementar para o planejamento de uma sociedade que almeja a vivência do reconhecimento, do respeito aos direitos humanos e a urgente resolução dos graves problemas humanitários contemporâneos, necessita encarar – sem personas – os conflitos de nacionalidade e o correspondente tratamento dispensado ao estrangeiro. Tudo isso, em uma globalização que promete interligar o mundo, mas acaba por evidenciar o quão individualista e territorialistas ainda somos.